terça-feira, 5 de março de 2013

O mundo anda tão complicado...

Este 2013 começou agitado! Vinda da blogueira cubana ao Brasil, renúncia do Papa e agora a morte de Hugo Cháves! Se continuar no mesmo ritmo, com tantas novidades, nem imagino como chegaremos ao fim do ano! 

A vinda da blogueira cubana Yoani Sánchez provocou uma onda de protestos pelos defensores do regime cubano. Para além das paixões ideológicas e opiniões políticas, todos os direitos devem ser preservados: Os dela de expressar seu ponto de vista e o dos discordantes, contanto que seja dentro do respeito.





A renúncia do Papa Bento XVI gerou uma série de especulações por parte da mídia. De uma hora para outra surgiram vários especialistas em papado e Vaticano. Por um lado é compreensível, já que o Papa, além de líder religioso, é também chefe de Estado, o que por si só já garante atenção dos meios de comunicação. 


















Sobre a morte de Hugo Chávez deixo que a jovem Jaque Pinheiro se expresse: "Interessante constatar, que muitos dos que trocaram seus sobrenomes facebuquianos para Guarani-kaiowa - em episódio tão recente de indignação coletiva- agora referem-se com desprezo ao homem que lutou para garantir que a constituição do seu país finalmente respeitasse os direitos da sua população indígena. 

Será que essas pessoas - Guaraniskaiowas de facebook - sabem quem morreu? 

Quem morreu, senhores, foi o homem que rompeu com a política sangue-suga que enchia as burras de uma pequena elite e mantinha na miséria quase metade da população venezuelana. Morreu, o homem que, enquanto governou, reduziu pela metade a miséria do seu país, erradicou o analfabetismo, ampliou significativamente a participação feminina no Parlamento, reduziu drasticamente a mortalidade infantil e o desemprego, aumentou a expectativa de vida do seu povo, legalizou milhões de aposentados, diminuiu a desigualdade social a ponto de virar uma espécie de satanás latino aos olhos capitalistas mais convictos. Morreu um presidente eleito, reeleito e aclamado pelo seu povo - o povão - que carinhosamente o tratava por "nosso Comandante".
Choro pela Venezuela, pela morte de Chávez e por constatar que a ignorância e a flacidez de princípios reinam muito mais absolutas do que eu podia supor."



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